segunda-feira, 14 de março de 2011

Bruna Surfistinha: um 'case' de mídias sociais


Semana passada assisti ao filme da @BSurfistinha. O destaque do filme não é a história de vida em si, que deixa a desejar, mas com certeza a atuação de Deborah Secco torna o longa impressionante pela sua ousadia em mostrar cenas de sexo e nudez, trazendo a realidade, sem se preocupar com a sua carreira. Esses desafios fazem com que a atriz consolide a sua vida profissional. E vamos falar francamente: a atriz é muito mais bonita do que a real Bruna Surfistinha, não?

Para quem não conhece a história, Bruna Surfistinha era uma garota considerada "sem graça" no colégio. Foi adotada e nunca teve uma atenção verdadeira dos pais, chegou até sofrer cyberbullying. Ao se tornar uma garota de programa resolveu fugir de casa. Sempre desejando a sua independência, ela fazia de tudo (literalmente) para satisfazer seus clientes e ganhar muito dinheiro. Para sustentar seu estilo de vida, Bruna criou um blog para contar suas “aventuras sexuais” e dar notas aos clientes. O blog teve sucesso imediato e ficou ativo até depois de Bruna sair da prostituição. Ela também casou com um cliente, que largou sua esposa para ficar com a garota de programa.

Para quem quer ver, fiquem sabendo que é um filme pesado, que precisa de um público maduro o suficiente para ver e entender o filme (e não dar gargalhas ou se assustar no filme durante cenas de sexo), mas que vale a pena conferir, até porque toda biografia é sinônimo de experiência de vida.

O filme deixa claro também a influência do blog na trajetória de Bruna Surfistinha, que deu uma alavancada na vida profissional da garota de programa. Se o poder das mídias sociais e da Internet impacta na vida delas, por que não na sua carreira? Pense nisso! ;)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sabe o que me dá medo?

Sabe o que me dá medo? Não é altura, velocidade, escola e nem mesmo insetos. Avião, carros que voam no chão, matemática, baratas e nem mesmo a morte. Elas são verdadeiras e existem. O que temo são pessoas que tiram conclusões precipitadas, sem nem mesmo te conhecer ou questionar. Reviram sua vida como se fosse um livro ou parte de um processo investigatório. Não tenho medo como uma doença, que machuca e mobiliza todos os queridos, mas temo porque não os entendo. E o que você desconhece, vc normalmente tem medo.

Me dão medo porque elas não sabem quem são as pessoas ao redor e, assim, confiam na mentira. E o pior: se acham espertas. Mas acho que o pior de tudo é essas tais pessoas acharem que conhecem você. Nem eu me conheço bem, como pode outra pessoa, uma pessoa que até aquele momento da sua vida era uma completa estranha, lhe conhecer mais do que sua propria mãe?!

Aprendam. Ser esperto é ser honesto. Com os outros e com vc mesmo.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Celular: o melhor amigo do homem

Acabo de ver um anúncio no jornal de uma loja vendendo "celular com TV Digital" e logo pensei: Como as coisas evoluem! Tá certo que não sou tão velho assim, mas o celular também não. Peguei a época do "tijolão", com visor que nem colorido era. Ganhei meu primeiro celular aos 12 anos, um Nokia 5125 (joguem no Google e vejam o tamanho!), de natal. É claro que eu só usava para jogar.

Com o tempo, chegaram celulares com toques polifônicos, que pareciam músicas mesmo. Você comprava por mensagem e chegavam no celular. Quem nunca comprou a música do Missão Impossível? Essa era a época do meu Oi Siemens, que era bem menor, m

O celular nasceu em 1985 e, desde então, milhares de modelos foram lançados, de acordo com sua evolução - menores e com mais funções. Antes, com câmera VGA; hoje, com câmeras com mais de 10 MP. Um dos modelos mais desejados atualmente é o IPhone, da Apple, que você pode ler livros, acessar internet, orkut, facebook, twitter e tudo mais. Até falar, os celulares já falam! O meu atual, Nokia E63, fala o nome de quem está ligando, se o contato estiver na sua agenda.

Mas, o que nem todo mundo sabe, é que a primeira chamada foi feita há mais de dez anos antes, quando vários fabricantes fizeram testes entre 1947 e 1973, mas a primeira empresa que conseguiu o funcionamento foi a Motorola, em 1973, com um DynaTAC.

Quando esquecemos o celular em casa, parece que o mundo acabou! O homem ficou tão dependente do aparelho que se esqueceu de sua própria independência, sendo encontrado aonde quer que vá, para viver a comunicação.

E você, se imagina sem um celular hoje? Perguntem aos seus pais como era antes de 1985 - cartas, telegramas e tudo mais! Viva à comunicação instantânea!

Um vídeo para relembrar:



quarta-feira, 9 de junho de 2010

Analógica x Digital: qual escolher?


Lembram-se das máquinas mais antigas, ou chamadas "analógicas"? Pois é, ela nem é tão antiga assim. A câmera analógica continua em uso até hoje por aqueles que, ainda com as inúmeras facilidades de trabalho com a digital, preferem a qualidade da analógica....

É bem verdade que a qualidade da foto de uma comparado a outra possui uma diferença quase imperceptível. Cada uma possui seus "altos e baixos".

O que falar da praticidade da digital? Estas, por exemplo, ganham na automatização - o que acaba sendo, na maioria das vezes, o primeiro motivo de escolha de muitos fotógrafos iniciantes por medo de "ousar mais". Visualizar instantaneamente os resultados, trocar a sensibilidade à luz, ajustar o balanço de temperatura de cor, ajustes por softwares, etc são motivos muito atraentes na hora de escolher seu equipamento. Sem falar no preço para revelar e na quantidade de fotos que você pode tirar e que, em uma analógica, é mais limitado.

O sistema SLR (Single-Lens Reflex), ou analógica, foi amplamente utilizado no formato 35mm, sendo a categoria de câmera mais utilizada por amadores avançados e profissionais no final dos anos 90. A maior parte das SLR de 35mm tem como característica, além do espelho, o uso do prisma, que permite olhar no visor a imagem refletida no espelho de forma correta e não invertida como ocorre no médio formato quando se olha diretamente por cima da câmera.

Praticidade: o consumidor tem razão


A busca por algo mais prático foi revolucionando a fotografia digital. As câmeras digitais compactas já são febre na mão de pessoas de todas as idades, principalmente adolescentes, que tiram fotos de si mesmo para publicar na Internet.

Por causa dessa grande demanda, as câmeras foram caindo de preços, e hoje já é possível encontrar uma câmera digital compacta de 12 megapixels por R$ 400. Mas sabemos que uma digital compacta é adequada para qualquer um e limitada em zoom, diafragma e outras coisas que não se comparam ao "tijolo" profissional.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fotojornalista: eternizando perigos


Uma profissão que não é muito valorizada. O fotojornalista é aquele que traz a realidade para o jornal, para a revista, registrando o momento e eternizando em uma imagem. Pode-se até dizer que o fotógrafo (de verdade) é um artista, já que a arte se eterniza, permanece e tem longevidade na vida das pessoas através do sentimento em que ele expressa o que vê.

No entanto, falando mais sobre os perigos em que o fotojornalista deve atravessar, são muitos. Estar em contato com o crime para registrar e sair na primeira capa do jornal do dia seguinte é quase como o papel de um PM, que se arrisca, porém, aquele, sem arma, somente com sua arma da disseminação de um fato.



O documentário "Abaixando a máquina" é um retrato desse cotidiano de fotógrafos que se arriscam diariamente por uma foto, afinal, em apenas 2 segundos pode acontecer um crime e ele deve estar pronto para registrar, pois é seu trabalho.
Entre os jornalistas que aparecem no documentário estão Evandro Teixeira, do Jornal do Brasil, e vários outros que passaram pela redação do jornal.
Veja abaixo o trailer do documentário. Muito bom, vejam completo!



O motivo desse post foi mais uma violência a um fotógrafo essa semana, dessa vez, por parte de um próprio PM no último sábado. Veja a notícia do site Comunique-se abaixo:

O repórter-fotográfico do jornal A Tarde Lúcio Távora foi agredido por policiais militares enquanto cobria a manifestação de 50 estudantes que tentavam fazer a prova do Enem, na Faculdade Visconde Cayru, no último sábado (05/12), em Salvador. Após a discussão, o repórter foi levado a uma delegacia.

O PM Antonio Gomes pediu que o fotógrafo não registrasse nenhuma imagem da manifestação. “Mas eu estou trabalhando”, respondeu Távora. Após a insistência do repórter-fotográfico, quatro policiais se aproximaram de Távora, o empurraram e aprenderam sua câmera. Távora estava acompanhado do repórter Flávio Costa.

O fotógrafo também foi ameaçado pela PM. Segundo Távora, Gomes disse que poderia bater nele "para mostrar como é que se bate". Outro PM, conhecido como soldado Lira, teria esfregado sua identificação no rosto do fotógrafo.

Um dos soldados chegou a dar voz de prisão a Távora, que depois foi “convidado” a registrar o fato na delegacia. O fotografo foi conduzido pelos policiais para registrar o incidente.

O comandante da 41ª CIPM, Major Jorge Lemos, informou que irá abrir sindicância para apurar o caso. E alegou que os policiais temem aparecer em fotos porque têm medo de serem reconhecidos por bandidos, depois que um módulo da companhia foi explodido.


Não basta apertar um botão para tirar uma foto como as de um Orkut, é preciso ter amor à profissão, amor à vida e muita coragem.


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